Podem ver na data era domingo. Carros públicos até onde sei não podem estar na rua aos sábados domingos e feriados!
Crônica, humor, música, política, poesia, reflexão e tudo mais o que me der na "telha".
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Aviso!!!
Bem se atenção da ação era me calar, com certeza vai piorar, pois já recebi mais de 100 ligações de colegas concursados revoltados com o que aconteceu hoje no Juizado Especial...O tiro saiu pela culatrar!!! E me deixa muito lisonjeada que em todos os blogs tem comentários anônimos e só no meu que encomodou sua excelência!!
Não é anônimo
Eu Assino: BY Isamara
Cabral está desesperado com a possibilidade de convocação de Cavendish!!!!
Amanhã tem reunião administrativa da CPI Cachoeira - Delta. Na pauta
estão as convocações de Fernando Cavendish, dono da Delta e do
ex-diretor-geral do DNIT, Luiz Antônio Pagot. Alguns petistas que
ensaiavam defender a convocação de Cavendish ontem começaram a roer a
corda. Cabral passou o dia pendurado no telefone pedindo socorro para
não convocarem seu amigo e parceiro de negociatas. Deve estar lembrando
aos petistas que o célebre princípio do "você é nosso e nós somos teu"
ainda está de pé. Vamos aguardar o próximo round amanhã, mas a turma de
Cabral está em polvorosa aqui no Congresso.
Fonte : Blog Do Garotinho
Assédio moral no trabalho: elementos configuradores
As principais
características do assédio moral são: dano, duração no tempo, repetição,
intencionalidade, premeditação e existência de danos psíquicos.
INTRODUÇÃO
O presente trabalho não pretende esgotar
o assunto sobre os aspectos relacionados ao assédio moral no ambiente
de trabalho. Buscamos analisar separadamente os elementos configuradores
do fenômeno para proporcionar meios para discussões e ponderações
mais frequentes.
Apesar de o assédio moral poder ocorrer em diversos
ambientes de interação humana, abordaremos, neste estudo, somente
aqueles ocorridos em ambiente de trabalho. Contudo, notaremos que alguns
dos elementos configuradores aqui analisados podem fazer parte de outras
modalidades de assédio. Esperamos que este trabalho possa auxiliar
em pesquisas futuras
Conceito
A psicóloga francesa Marie-France Hirigoyen
foi uma das pioneiras no estudo do assédio moral no trabalho e suas
consequências ao trabalhador assediado. Assim a pesquisadora o define:
Por assédio em um local de trabalho temos que entender toda e qualquer conduta abusiva manifestando-se, sobretudo por comportamento, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa, pôr em perigo seu emprego ou degradar o ambiente de trabalho. (...)
O assédio torna-se possível porque vem precedido de uma desvalorização da vítima pelo perverso, que é aceita e até causada pelo grupo. Essa depreciação dá uma justificativa a posteriori à crueldade exercida contra ela e leva-a pensar que ela realmente merece o que está acontecendo[1].
Elementos
Os autores especializados no assunto divergem sobre os componentes configuradores do Assédio Moral no Trabalho. Alguns acrescentam itens específicos enquanto outros contestam a essencialidade de determinados elementos. Ainda que não haja um consenso entre os estudiosos, analisaremos aqueles elementos citados com mais frequência em trabalhos científicos.
Para a maioria dos estudiosos do tema os principais elementos configuradores a serem considerados são: a intenção, o dano, a repetição, a premeditação, a existência de danos psíquicos ao agredido e a duração no tempo.
terça-feira, 3 de julho de 2012
TRE vai prender quem levar celular para cabine de votação
Ideia é evitar que eleitores sejam pressionados a fotografar voto
Rio -
O presidente do Tribunal
Regional Eleitoral (TRE-RJ), Luiz Zveiter, promete prender o eleitor
que descumprir a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que
proíbe o uso de celular dentro da cabine de votação.
Segundo Zveiter, a medida é para evitar que milicianos e traficantes obriguem os eleitores a fotografar a urna eletrônica e conferir se o candidato indicado pelos marginais recebeu mesmo o voto do eleitor.
A resolução do TSE é baseada na Lei 9.504/97, artigo 91-A, que estabelece a proibição, mas não prevê punição. Zveiter estuda a publicação de uma portaria no TRE para estabelecer punições, como a detenção do eleitor, mesmo que ele entre na cabine com o celular desligado.
Ontem, no Rio, durante encontro com a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, Zveiter reforçou o pedido de presença do Exército para garantir a segurança no dia da eleição, como o ‘Informe do DIA’ noticiou em junho.
Na reunião com juízes, promotores e chefes de cartório das 249 zonas eleitorais do estado, a ministra pediu rigor na aplicação da Lei da Ficha Limpa. “Esta é a conduta que a sociedade brasileira espera da Justiça Eleitoral”, disse ela.
Segundo Zveiter, a medida é para evitar que milicianos e traficantes obriguem os eleitores a fotografar a urna eletrônica e conferir se o candidato indicado pelos marginais recebeu mesmo o voto do eleitor.
A resolução do TSE é baseada na Lei 9.504/97, artigo 91-A, que estabelece a proibição, mas não prevê punição. Zveiter estuda a publicação de uma portaria no TRE para estabelecer punições, como a detenção do eleitor, mesmo que ele entre na cabine com o celular desligado.
Ontem, no Rio, durante encontro com a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, Zveiter reforçou o pedido de presença do Exército para garantir a segurança no dia da eleição, como o ‘Informe do DIA’ noticiou em junho.
Na reunião com juízes, promotores e chefes de cartório das 249 zonas eleitorais do estado, a ministra pediu rigor na aplicação da Lei da Ficha Limpa. “Esta é a conduta que a sociedade brasileira espera da Justiça Eleitoral”, disse ela.
Pedro de Jesus: Mentiras das 30 horas
Fonte Jornal O Dia
Rio -
Ainda existe a luta de classes. Mais precisamente a classe dos
enfermeiros, que não para de lutar por direitos e melhorias na qualidade
de seu trabalho, mas tem diante de si uma classe política que parece
insensível à importância enorme destes profissionais. Nossa maior luta, a
da aprovação imediata do PL 2.295/2000, parece esbarrar numa muralha
intransponível de tempo e de burocracia. As famílias dos enfermeiros têm
urgência. As famílias que são atendidas por enfermeiros cansados,
esgotados por uma jornada de 44 horas semanais, têm mais urgência ainda.
Mas o PL para reduzir a carga para 30 horas continua sem ser votado no
Congresso.
Desde o governo Lula, o texto é examinado por diversas Comissões na Câmara e no Senado. O projeto foi aprovado por unanimidade pelas Comissões de Seguridade Social e Família, de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça, e de Cidadania. Eis que, após tudo isso, 12 anos depois, nossos parlamentares resolvem dizer que o projeto de lei é inviável. Estudos do Dieese e do próprio Ministério da Saúde dizem o contrário. O impacto total chegaria a R$ 609 milhões. Ou seja, totalmente compatível com os investimentos na Saúde, desmentindo os bilhões chorados pelos patrões.
A saúde privada obteve aumento de 8% nos planos de saúde — reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar —, quase o dobro da inflação oficial. Ah, aí sim, as coisas fluem. Mas e na hora de dar mais qualidade ao serviço — caso do nosso PL? É uma classe inteira deixada de lado. E a dor maior é lembrar que a representante máxima dos trabalhadores, hoje presidenta da República, assumiu o compromisso de “apoiar a aprovação de iniciativas legislativas que garantam a jornada de trabalho de 30 horas semanais para a Enfermagem”. Não aconteceu. Não acontecerá?
A luta vai continuar, sempre. A nossa classe merece. Que o PL seja votado logo, ou as consequências serão ruins. A longo e médio prazo, deterioração dos serviços. A curto prazo, a interrupção dos mesmos, em justíssima paralisação. Os patrões estão pedindo.
Desde o governo Lula, o texto é examinado por diversas Comissões na Câmara e no Senado. O projeto foi aprovado por unanimidade pelas Comissões de Seguridade Social e Família, de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça, e de Cidadania. Eis que, após tudo isso, 12 anos depois, nossos parlamentares resolvem dizer que o projeto de lei é inviável. Estudos do Dieese e do próprio Ministério da Saúde dizem o contrário. O impacto total chegaria a R$ 609 milhões. Ou seja, totalmente compatível com os investimentos na Saúde, desmentindo os bilhões chorados pelos patrões.
A saúde privada obteve aumento de 8% nos planos de saúde — reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar —, quase o dobro da inflação oficial. Ah, aí sim, as coisas fluem. Mas e na hora de dar mais qualidade ao serviço — caso do nosso PL? É uma classe inteira deixada de lado. E a dor maior é lembrar que a representante máxima dos trabalhadores, hoje presidenta da República, assumiu o compromisso de “apoiar a aprovação de iniciativas legislativas que garantam a jornada de trabalho de 30 horas semanais para a Enfermagem”. Não aconteceu. Não acontecerá?
A luta vai continuar, sempre. A nossa classe merece. Que o PL seja votado logo, ou as consequências serão ruins. A longo e médio prazo, deterioração dos serviços. A curto prazo, a interrupção dos mesmos, em justíssima paralisação. Os patrões estão pedindo.
Pedro de Jesus é presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro
domingo, 1 de julho de 2012
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