quarta-feira, 29 de maio de 2013

Travando guerras com os inimigos errados.


Cuidado! Você pode estar travando suas “guerras” contra as pessoas erradas. E pior: com as “armas” erradas também.

Nossas batalhas não devem ser travadas contra o chefe injusto, vizinhança encr
enqueira, filho rebelde, cônjuge incompreensivo, ou qualquer outro rosto que se mostre contrário à verdade, à paz e à harmonia.

Nossos reais “inimigos” não são constituídos de carne e osso.
Por isso, com eles não funciona força física, “esperteza”, agressão, imposição, gritarias, ameaças ou “indiretas” nas redes sociais….

Essas “armas” não são e nem podem ser eficazes porque são “carnais”. Paulo nos adverte: “Embora andando na carne, não lutamos segundo a carne” (2Co 10.3).

Clame ao Espírito e Ele lhe mostrará que cada vez que você busca ao Pai em oração estabelece-se uma terrível batalha nas regiões celestiais contra aquelas forças que têm dominado mentes e corações.

Quando Davi enfrentou Golias, o rei Saul deu-lhe uma armadura, um capacete e uma espada… Ele vestiu aquele negócio e falou: “Não posso andar com isto. E tirou aquilo de sobre si”.

Eram armas carnais, e não vencemos as estruturas espirituais da morte com elas.

Quando o gigante chegou, Davi disse àquele filisteu:

“Tu vens contra mim com espada e com lança, eu porém vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos” (2Sm 17.45).

A sua luta pode ser grande, mas nunca caia na tentação de valer-se das mesmas armas do inimigo. Nossas armas são outras:

“Porque as armas da nossa milícia não são carnais e sim poderosas em Deus para destruir fortalezas…” (2Co 10.4)

Se você não está conseguindo vitória diante das oposições, repare nas armas que tem se valido. A Bíblia diz que elas “não funcionam” contra esse tipo de inimigo.

Só há um jeito: revista-se de Deus, do poder do amor, do perdão, da compreensão, de um sorriso amável no rosto, ao invés da cara feia, e comece a construir uma “ponte” de diálogo em direção ao outro.

Por vezes, não teremos de fazer nada: apenas esperar em Deus.

É fatal! Não há inimigo que resista.

Daniel Rocha, pastor

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Medicos cubanos contratados para trabalhar no Brasil .

Em Cuba, não há hospitais nem médicos particulares. Tudo é do governo. Médicos, professores e outros profissionais estão estatizados na ilha-prisão. Portanto, os médicos cubanos que dona Dilma quer entre os brasileiros pobres são funcionários do governo cubano.Como todo funcionário estatal, os médicos cubanos têm como sua principal missão doutrinar a ideologia socialista para seus pacientes-vítimas. Após a inoculação do veneno comunista, o médico monitora seus efeitos e não deixa a vítima escapar do veneno.Como disse o blog Alerta Total, “Em tese, o Brasil não precisaria importar médicos. Nossas 197 escolas de medicina formam, anualmente, uma média de 16 mil médicos.”Se Dilma queria médicos para os brasileiros pobres, o Brasil tem um número muito maior e mais especializado do que Cuba. Basta que dona Dilma lhes pague um salário decente para atraí-los às regiões pobres.
Talvez Dilma tenha se lembrado se seus tempos de terrorista comunista. Naqueles tempos, ela tinha uma missão: a mesma missão dos médicos e outros funcionários cubanos. Se ela não pode contar com os médicos brasileiros para realizar essa missão, então Cuba é a solução.Na Venezuela do ditador morto Hugo Chávez, foi fundamental trazer médicos cubanos para solidificar a ditadura comunista. Dilma quer agora imitar o colega defunto.
”Estes 6000 médicos de Cuba, entenda-se abortistas, praticantes de eutanásia, altamente habilitados para a campanha comunista de engenharia social. Ou seja, com nossos impostos vamos pagar a propaganda comunista anti-vida e anticristã.”
Minha pergunta é: o povo do Brasil vai ficar em silêncio e parado enquanto criminossos doutrinam seus pobres em nome da "saúde"?

terça-feira, 23 de abril de 2013

Má notícia em saúde representações dos profissionais de saúde e outros cidadãos.


A comunicação de "más notícias" está sempre relacionada com situações que "modificam radical e negativamente a idéia que o doente faz do seu futuro". Associa-se normalmente a uma situação de perda, definida " [...] como a retirada ou a ausência de um objeto ou sujeito importantes na vida de um indivíduo".
Os principais protagonistas das "más notícias" são os prestadores de cuidados, que para além de planejarem e gerirem estes momentos, têm também de gerir os seus próprios medos e estarem preparados para aceitar as naturais hostilidades do doente e da família.
Assim, a comunicação deste tipo de notícia é uma tarefa difícil para todos os profissionais de saúde; ninguém gosta de ser portador de más notícias, pois "[...] transmitir uma má noticia é sempre uma tarefa difícil, que exige muita diplomacia". Estes momentos causam perturbação, quer à pessoa que a recebe, quer à pessoa que a transmite, gerando nos profissionais e sobreviventes, medos, ansiedade, sentimentos de inutilidade, desconforto e desorientação.
Estes medos associam-se principalmente: "ao medo de ser culpado ou de lhe atribuírem responsabilidades"; "medo de expressar uma reacção emocional"; "medo de não saber todas as respostas colocadas pelo doente e familiares e/ou outras pessoas significativas"; "medos pessoais acerca da doença e da morte", "medo das reações do doente e família".
Estes aspectos conduzem muitas vezes a mecanismos de fuga nos profissionais, e "[...] devido ao medo de serem agredidos verbalmente, comunicam frequentemente de uma forma menos cuidada e menos simpática".
Por outro lado, os profissionais encaram, por vezes, estas notícias, como um sinônimo de fracasso, numa sociedade em que se tem verificado uma grande evolução tecnológica e científica nas ciências da saúde, associada a um aumento da esperança de vida o que incute uma idéia de imortalidade. Esta mesma evolução conduz os profissionais a valorizarem cada vez mais o tecnicismo, as intervenções relacionadas com o tratamento perdendo de vista a dimensão psicossocial do doente, isto é, "[...] 
Neste contexto, a comunicação é afetada, pois os processos de comunicação esvaziam-se de conteúdo, desencadeando mecanismos de fuga, utilização de eufemismos, para não se correr riscos de falta de transparência e omissão. Tudo isto pode trazer efeitos no processo de luto do doente e família, confirmando que uma comunicação eficaz reduz as incertezas, os medos e constitui uma ajuda fundamental na aceitação da doença e participação ativa em todo o processo de tratar/cuidar.
Assim, é necessário que os profissionais de saúde apreendam as suas dificuldades e representações, pois conforme referido os mecanismos de fuga estão relacionados muitas vezes com os seus próprios medos e receios face às situações consideradas difíceis. Surge então a designada "sensação de espelho", isto é, a imagem de si próprios na mesma situação, preferindo afastar o problema para não o viver e deste modo, "[...] tornamo-nos incapacitados e vulneráveis às nossas próprias emoções",  não conseguindo dar o apoio necessário.
Podemos considerar a representação como um processo de atividade da construção mental da realidade. Neste sentido, as representações influenciam o nosso modo de agir e reagir face às situações. Assim sendo, e neste âmbito, interferem no modo como damos e recebemos uma má notícia, tendo com tal, muita importância na maneira como as pessoas percepcionam a doença, o seu tratamento e aceitam a situação.
Não há dúvida que a informação é fundamental para ajudar as pessoas a enfrentar e lidar com situações patológicas associadas a uma ameaça severa. Atualmente, no nosso País a necessidade de informação ao doente e família é reconhecida como um direito destes e um dever dos profissionais de saúde na sua pratica, e que está consagrado na Lei de Bases da Saúde (Lei nº 48/90, de 24 de Agosto) e no Código Deontológico do Enfermeiro, artigo 84º. Os doentes têm direito ao consentimento livre e esclarecido, fundamental antes de qualquer intervenção para assegurar a capacidade e a autonomia de decidirem sobre si próprios.
Contudo, parece-nos poder afirmar que a questão principal dos profissionais de saúde, não é informar os doentes, mas saber como, quando e quanto se deve revelar determinada dessa informação, principalmente se esta é uma "má notícia", como o caso do diagnóstico de uma doença grave.
O ato de informar não é simples, constituindo-se num dilema ético para os profissionais de saúde. Este deve assentar em quatro princípios fundamentais da bioética: princípio da beneficência, princípio da autonomia, princípio da justiça e o princípio da não maleficência, aplicados de acordo com a especificidade de cada situação, os valores implícitos em cada um deles e o respeito pela dignidade da pessoa humana e pela sua autonomia.
Hoje em dia as pessoas ainda evitam falar da morte e encará-la como a última fase da vida, isto é, "escondemos a morte como se ela fosse vergonha e suja. Vemos nela apenas horror, absurdo, sofrimento inútil e penoso[...]",não lhe conferindo deste modo, o verdadeiro sentido e valor.
O mesmo acontece com os profissionais de saúde que encaram a morte do doente como um fracasso, tanto mais que foram formados e educados na expectativa de vencer a doença e portanto a morte. Sentem-na " [...] como um fracasso, uma inconveniência, uma mácula vergonhosa que importa esconder [...]",  o que por vezes os leva a descurar a dimensão humana e continuar a investir na tecnologia.



Maria Aurora Gonçalves Pereira
Enfermeira. Professora Adjunta na Escola Superior de Enfermagem de Viana do Castelo, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica. Mestre em Ciências de Enfermagem. Doutoranda na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal

segunda-feira, 18 de março de 2013

PAÍS CORRUPTO, DEUS IRADO !

As fotos que publico já falam alto. Eu poderia publica-las com o título e o artigo estaria pronto. Mas ouso usar a pena do meu PC! Alguns deles foram reeleitos pelo povo, que neste caso o eleitor é tão safado quanto ao votado! O fato da corrupção não ser coisa de agora, não justifica a existência dela no nosso país e nem a complacência como alguns a tratam quanto ao dinheiro dos cofres de igrejas. Conheço uma história de uma igreja quando alguns eram muito duros com as administrações, até que receberam um cargo com alto salário, benefícios e se calaram. Que nome se dá a isto? Instituições quebraram, desapareceram e o máximo que foi feito foi aquilo que chamo de “oração band aid em fratura exposta”; quem faz isto é cúmplice porque em nome do “bom nome” da igreja deixa os ladrões livres. Aí eu sinto que a igreja cristã fica sem moral para cobrar dos governantes àquilo que não conseguem consertar em seu âmago. “Verdadeiramente a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração”. Ecl 7:7. Eu fico imaginando esta passagem em alguns quartéis: “Então uns soldados o interrogaram: E nós, o que faremos? Ele lhes disse: A ninguém trateis mal, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. Lucas 3:14. Ou então esta em alguns Tribunais de Justiça: “Não torcerás a justiça, nem farás acepção de pessoas. Não tomarás subornos, pois o soborno cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos. Segue a justiça, e só a justiça, para que vivas e possuas a terra que o Senhor teu Deus te dá”. Dt. 16:19-20. Salomão até admite ( não aceita) que o suborno exista fora da casa do Senhor ( nesta é intolerável) : O ímpio acerta o suborno em secreto, para perverter as veredas da justiça”. Prov 17:23. E quando um líder religioso se aproxima do poder temporal para se locupletar, Isaias 1:23 decreta : “Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas”. O salmista vendo (“querendo” dizer que somos sal na terra e luz no mundo - nos cultos é fácil) escreveu: “Até quando defendereis os injustos, e tomareis partido ao lado dos ímpios? Defendei a causa do fraco e do órfão; protegei os direitos do pobre e do oprimido. Livrai o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. Eles nada sabem, e nada entendem. Andam em trevas”. Sal. 82:2-5. Este assunto dá um livro, mas encerro aqui não com uma ameaça, mas com a espada da Palavra: No meio de ti aceitam-se subornos para se derramar sangue; recebes usura e lucros ilícitos, e usas de avareza com o teu próximo, oprimindo-o. E de mim te esqueceste, diz o Senhor Deus. Eu certamente baterei as mãos contra o lucro desonesto que ganhastes...” Ezequiel 22:12-13.
Pastor Francisco Veloso


quinta-feira, 14 de março de 2013

Ferramenta agiliza atendimento em serviços da Atenção Básica.

O E-SUS Atenção Básica (E-SUS AB) é um software público criado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de organizar o funcionamento de diversos setores das Unidades Básicas de Saúde (UBS). A nova ferramenta está disponível gratuitamente a todos os municípios brasileiros e vai proporcionar mais qualidade ao cuidado à população. Por meio dela será possível uma melhor organização dos processos de trabalho e dados, redução no tempo de espera pelas consultas, avaliação e acompanhamento do trabalho das equipes. A mudança será sentida por todos: gestores, profissionais de saúde e usuários.
De fácil manejo e bastante intuitivo o novo sistema de informação da atenção básica tem como foco facilitar o trabalho das equipes, organizando as informações importantes de uma forma simplificada e unificada. O E-SUS Atenção Básica oferece duas ferramentas para atender aos diversos cenários de informatização e conectividade dos serviços de saúde. A primeira ferramenta é um sistema de software que dá suporte às UBS com computador nos consultórios e salas de atendimento usando o sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). “Quando o profissional for atender o paciente na Unidade Básica de Saúde, ele já saberá quais são as doenças que o paciente já teve, quais tratamentos já foram realizados, quais medicamentos que ele toma, quais são os exames já foram solicitados”, detalha o diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Heider Pinto.
A outra ferramenta é um sistema que pode operar em uma UBS sem computador, por meio do sistema com Coleta de Dados Simplificada (CDS), usando fichas de papel. A quantidade de fichas a serem preenchidas diminui, além de terem um preenchimento mais simplificado e garantirem melhor fluxo da informação. Esta modalidade é destinada aos municípios cujas unidades de saúde não estão informatizadas. O Ministério da Saúde cogita que a economia gerada pelos municípios pode chegar a até R$ 2 milhões.
Ambas as ferramentas do sistema e-SUS AB individualizam o registro por meio do Cartão Nacional de Saúde, promovendo uma efetiva coordenação e gestão do cuidado do cidadão, além da possibilidade de troca de informação com os outros serviços de saúde. O sistema e-SUS AB é o novo sistema para a Atenção Básica, que busca substituir os sistemas atuais como o SIAB, SISVAN, HIPERDIA, entre outros. O sistema poderá ser utilizado também pelas equipes dos Núcleos de Apoio a Saúde da Família (NASF), de Consultório na Rua (CnR), de Atenção Domiciliar (AD) e com adesão aos programas Saúde na Escola (PSE) e Academia da Saúde.
As ferramentas do E-SUS AB ainda são flexíveis quanto ao seu uso conectado ou não à internet, ou seja, independente de qual ferramenta for instalada na UBS, caso essa não tenha conexão à internet, é possível fazer uma instalação off-line. No entanto, é necessário ter ao menos uma versão online do e-SUS AB no município, para envio das informações para o sistema nacional. O software possui também ferramentas de suporte Online, como Skype e HelpDesk, além de treinamento especializado e suporte presencial.
Está prevista, para o segundo semestre de 2013, uma atualização do sistema do E-SUS AB, em que serão incluídas outras funcionalidades, como por exemplo, prontuário com abordagem familiar, controle de imunização, prontuário de saúde bucal, gestão da lista de espera de encaminhamentos, gestão do cuidado a doenças crônicas, integração com Telessaúde e geração de relatórios dinâmicos. Ainda, será possível monitorar pacientes faltosos e realizar controle de dispensação de medicamentos e exames pelo computador.
Banda Larga - Para ampliar a adesão ao software e aperfeiçoar a capacidade de atendimento, o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Comunicações, também irá custear conexão a internet banda larga para as quase 14 mil unidades básicas que aderiram ao PMAQ, Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade. O programa amplia o acesso e melhora a qualidade da atenção básica.
O ministro Alexandre Padilha destaca investimentos na informatização das Unidades Básicas de Saúde: “O Ministério da Saúde vai investir 45 milhões de reais este ano para garantir à toda Unidade Básica de Saúde que participar desse Programa de Qualidade o acesso à banda larga com velocidade adequada. Porque a banda larga funcionando na Unidade Básica de Saúde garante o funcionamento de um sistema de informação como esse.” Todos os custos serão pagos pelo Ministério da Saúde.
Blog da Saúde

terça-feira, 12 de março de 2013

Profeta Amós, a luta contra a injustiça social e o juízo iminente.

Na profecia de Amós está "uma crítica veemente e contundente aos agentes e mecanismos de exploração e opressão dos camponeses empobrecidos sob o governo expansionista do rei Jeroboão II e sob as condições de um incremento de relações de empréstimos e dívidas entre pessoas do próprio povo no século VIII a.C.”(5). Em outros termos, o profeta Amós não apenas critica pessoas corruptas, mas questiona também de modo muito forte o sistema gerador de pessoas corruptas. Não somente as mazelas pessoais estão na mira do "camponês” que entrou para a história como um grande profeta. Amós tem consciência de que o problema fundamental da injustiça reinante na sociedade não é fruto somente de fraquezas e ambigüidades pessoais, mas tem como causa motriz estruturas sócio-econômico-político-cultural e religiosas que engrenam uma máquina de moer pessoas. Na mira do profeta Amós também estão relações comerciais que causam endividamento, aprisionam pessoas e escravizam, retirando a liberdade de ser pessoa humana.
 
Além das denúncias sociais, a profecia de Amós destaca-se com o anúncio de um juízo iminente de Javé na história do seu povo. Amós inverte as expectativas quanto a um tão sonhado "dia de Javé” (Am 5,18-20). Este não será mais uma "ideologia de segurança político-religiosa” pelos fortes de Israel. A perversão da justiça para os pobres, a opressão dos empobrecidos e a exploração das pessoas mais enfraquecidas clama pelo juízo divino. O "dia de Javé” será um "dia mau” sobre os fortes de Israel, sobre o estado tributário, suas instituições e seus agentes.
 
Amós critica com coragem a "corrida armamentista” de Israel. Ele anuncia que serão desmanteladas as forças militares dos estados vizinhos (Amós 1,5.8b.14b; 2,2b) e sobretudo de Israel (Amós 2,13-16; 3,11b; 5,2-3; 6,13-14).
 
O profeta Amós denuncia duramente também as instituições religiosas que estão justificando o processo de extorsão de tributos da população camponesa (Am 4,4-5; 5,21-23). Pelo conluio com a opressão econômica a religião oficial também será dizimada (templos) e seus agentes (Am 5,27; 7,9; 9,1).
 
"Odeiem o mal e amem o bem: restabeleçam no portão a justiça!” (Am 5,15). "Aqui está a exigência positiva por excelência na profecia de Amós. Os israelitas são conclamados a reconstruir as relações sociais baseadas na justiça e no direito (mishpat / sedaqah – em hebraico). Só assim será possível escapar do juízo vindouro anunciado. O futuro de um "resto” passa pela prática de Justiça”(6). O juízo abre caminho para a justiça. A presença dos profetas e profetizas no meio do povo deixa Javé livre de qualquer responsabilidade diante da punição que o povo merece. Não precisa nem explicitar a atualidade da profecia de Amós. Que cada leitor/a faça as atualizações necessárias.
 
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Notas:
 
(1) HAROLDO REIMER, "Amós – profeta de juízo e justiça”, em Os livros proféticos: a voz dos profetas e suas releituras, RIBLA 35-36, Ed. Vozes, Petrópolis e Ed. Sinodal, São Leopoldo, 2000, p. 171.
(2) Para melhor compreensão sugiro ler na Bíblia Am 4,4-13 (capítulo 4, versículos de 4 a 13) antes de prosseguir a leitura do nosso texto.
(3) Gato escaldado com água quente tem medo até de água fria, diz a sabedoria popular.
(4) Sugiro ler na Bíblia Am 7,1-17 antes de prosseguir a leitura do nosso texto.
(5) HAROLDO REIMER, "Amós – profeta de juízo e justiça”, em Os livros proféticos: a voz dos profetas e suas releituras, RIBLA 35-36, Ed. Vozes, Petrópolis e Ed. Sinodal, São Leopoldo, 2000, p. 188.
(6) HAROLDO REIMER, "Amós – profeta de juízo e justiça”, em Os livros proféticos: a voz dos profetas e suas releituras, RIBLA 35-36, Ed. Vozes, Petrópolis e Ed. Sinodal, São Leopoldo, 2000, p. 189.

sábado, 9 de março de 2013

Mais um município lança o Portal da Transparência

Muito bem Gelsimar! Depois de Santo Antônio de Pádua , agora é a vez de Itaocara cumprindo a Lei da Informação!!!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Para Refletir.


Municípios serão obrigados a criar Portal de Transparência em 2013 .

Durante o encontro promovido pelo TCE e CGU realizado recentemente com os prefeitos eleitos e reeleitos uma informação importante sobre o Portal da Transparência foi dada pelo inspetor Francisco Nascimento, do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Ele abordou os aspectos necessários para uma gestão responsável, o que devem contemplar a estrutura organizacional, recursos humanos, materiais e financeiros do município.
Também enfatizou que o prazo para a disponibilização de dados da prefeitura na internet, como prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal, será encerrado em 27 de maio de 2013. “A partir desta data, todos os municípios terão que ter o seu portal da transparência”, disse Francisco Nascimento.
Santo Antônio de Pádua  saiu à frente e disponibilizou essa ferramenta na página da prefeitura.
Dando assim mais um passo, para que a população seja informada sobre os gastos da prefeitura, afinal é dinheiro público e não privado como muitos às vezes o tratam....No site da Prefeitura já é possivel ver folha de pagamento, demonstrativo financeiro, contratos celebrados, despesas com fornecedores e outras informações.Estamos aguardando muito em breve que a Prefeitura de São José de Ubá, crie seu portal da transparência, portal este que já deveria está em funcionamento desde a administração passada, mesmo por que o Slogan da mesma era Trabalho-Transparência e Desenvolvimento( só esta parte consta na página, que está em desenvolvimento) .Seria salutar a criação deste portal que prestará um grande benefício à sociedade, que poderá acompanhar de forma transparente, onde e como serão aplicados os recursos provenientes das emendas, repasses do Governo Federal, Royalties,Folha de pagamento,enfim das as despesas e receitas.