Crônica, humor, música, política, poesia, reflexão e tudo mais o que me der na "telha".
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Adicional noturno para policiais e bombeiros.
O Dia
Rio - Eles arriscam a vida e enfrentam as mais
difíceis situações para garantir a segurança da sociedade, mas ainda não
têm alguns direitos garantidos, como o adicional noturno. São os
policiais militares, bombeiros militares e demais integrantes dos órgãos
de segurança pública, que há anos aguardam solução para o problema.
Mas, a partir de agora, estou na luta para tentar resolver esse incômodo
entrave. Fui indicada como titular da Comissão Especial da Câmara que
vai analisar e dar parecer à Proposta de Emenda à Constituição (PEC)
339A, de 2009, destinada a garantir a esse contingente o direito ao
adicional noturno.
Para mim é uma honra poder me dedicar a uma causa
tão justa, que poderá tratar com igualdade milhares de trabalhadores
brasileiros de uma das áreas mais importantes, que é a segurança
pública. Todos nós sabemos que a sociedade brasileira precisa contar
cada vez mais com a força desses profissionais, que muitas vezes trocam o
dia pela noite em suas tarefas de máxima importância. Esse adicional
noturno já teria que estar garantido há muito tempo.
Vale lembrar que, conforme a PEC 339A, de autoria
do deputado federal Vicentinho (PT-SP), o pagamento do adicional
noturno aos integrantes dos órgãos de segurança pública tem gerado
severas e intermináveis discussões, o que tem servido apenas para
agravar as condições a que estão submetidos esses agentes públicos,
marginalizados que têm sido da aplicação da norma constitucional que
garante esse direito aos trabalhadores.
Não podemos esquecer que as polícias Federal,
Civil, Rodoviária Federal e Ferroviária Federal trabalham muitas horas
noturnas sem a devida compensação. Por tudo isso, segundo os argumentos
inseridos na PEC 339A, é necessário que haja uma pacificação sobre as
discussões que envolvem o tema. É por isso que vou lutar.
Deputada federal pelo PSDB
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Quem é o psicopata/canalha dos nossos tempos?
No campo político a canalhice se apresenta de forma mais sorrateira: é canalha, por exemplo, o político que faz um duro discurso punitivo, que propala aos quatro ventos a festa da vingança, com o único propósito de manipular a vontade da opinião pública, muito suscetível a esse tipo de discurso, para ter o prazer de ver outras pessoas castigadas.
Vamos ao imperdível texto de Juan Pablo Mollo (O delinquente que não existe, no prelo), observando-se que tudo que está entre colchetes é de minha autoria:
“O canalha é aquele que, sabendo captar
as crenças e o ponto de satisfação do outro, exerce promessas, ameaças
ou expectativas em forma explícita ou implícita por meio das quais
consegue o consentimento e a cumplicidade do outro. Por isto, propõe-se
como um líder nato para hipnotizar ao neurótico vacilante, que
prontamente se converterá religiosamente ao regime do psicopata e suas
ambições pessoais. Sem dúvida, o canalha não faz a cooptação de
voluntários repressivamente, mas com seu carisma e capacidade de
persuasão atrás de seus pretextos discursivos variáveis. O canalha
bem-feito não crê em nenhum ordenamento social ou cultural e consegue
uma postura de certeza para conseguir sua própria satisfação à custa dos
outros”.
“Um canalha que sempre encontra
justificações para seus atos, sem culpa nem responsabilidade alguma,
pode ser perfeitamente compatível com a normalidade social, a política e
o poder. Torna-se frequente que o canalha se mascare atrás de uma
autoridade em que não crê, e a partir daí comece a exercer uma
influência sobre o outro[...[ A respeito, pode se distinguir o pequeno e
ambicioso canalha imerso numa lógica de êxito e fracasso de um canalha
maior que, sobre o império e destruição do desejo próprio e alheio,
estrutura-se no exercício do poder para manejar as realidades dos
outros. O perfeito grande canalha é um poderoso como Stalin, o homem de
aço, intocável, fechado em si mesmo, sem escrúpulos nem decência, sem
vacilação nem defeito em vida [nessa mesma linha está Hitler]. O
esplendor do canalha e seu brilho maléfico provêm de não aceitar nem o
Outro com maiúsculas, que não é mais que uma ficção, nem os outros
semelhantes, que não valem nada”.
“Assim, o canalha de nossos dias é o
líder de organizações criminosas cuja atitude é introvertida, misteriosa
e planejada. Portanto, não é o delinquente comum que rouba o automóvel,
mas o administrador do desmanche e do dinheiro daqueles que trabalham
para ele ou o delegado de polícia corrupto que manipula o delinquente a
partir da autoridade estatal. A pessoa de colarinho branco oculta detrás
dos ilícitos é o psicopata que não age, senão que faz agir os demais
[como se vê, o delinquente comum não é o canalha que está por detrás da
organização, que manipula a vontade dos outros]”.
“Por outro lado, ofuscado pela ambição,
o político corrupto não deixa de camuflar-se nos governos democráticos,
nem de delinquir, nem de fingir ser um homem trabalhador e honesto para
aprisionar o desejo dos outros. O psicopata de nossos dias é compatível
com a figura do homem de negócios, o homem mundano, o cientista, o juiz
ou o psiquiatra: sua fachada é normal, porém é a típica máscara do
psicopata. A máscara vela o interesse particular oculto. Assim, atrás
das sublimes frases ideológicas do líder político, da demonstração
objetiva do especialista ou da hipnose grupal do pastor, ocultam-se os
interesses ególatras, a violência e as brutais pretensões do poder. O
psicopata político, o homem do poder ou o narcotraficante extraem um
ganho pessoal sobre o sacrifício dos demais”.
“Em suma, e para além das figurações, o
psicopata ou canalha é aquele que sabe que o Outro da lei é um
semblante e não se detém na manipulação dos outros, nem em seus
interesses, ambições ou ações de prazer (Lacan). Um canalha bem-feito
realiza suas ações sem sustentar-se em nenhum ideal e sem impedimentos,
isto é, não se situa como sujeito de nenhuma lei ou posicionado como
culpado/culpável, mas que avança sem obstáculos nem inibições para sua
condição absoluta de prazer. É aquele indivíduo que, independentemente
de qualquer distinção social, pretende existir por fora de toda lei ou
norma, na que não crê, exceto quando ocupa um lugar de poder e impõe as
regras para os demais”.
“Então, a grande canalhice é a ciência
estabelecida totalmente como verdade pelo mercado multinacional,
captando o desejo de todos e propondo-se como o novo chefe globalizado
sob a forma tecnológica. E não parece existir alguma política que
apresente as condições para estabelecer um limite ao desencadeamento da
tecnociência e o sistema avaliativo na construção da realidade. Por
outro lado, existe a canalhice filosófica como um saber sistemático que
se propõe como verdadeira para os demais, e também a canalhice
jurídico-penal, que mediante intelectualizações acadêmicas sobre a pena
tem ocultado desde sempre a irracionalidade do poder punitivo para
sustentar uma ordem desigual e injusta”.
LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista e coeditor do portal atualidades do direito.com.br.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Sergio Cabral "não teve noção de limite".
31 de Julho de 2013 às 07:46
Por que o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, tem sido tão criticado. Abaixo, a versão da jornalista Dora Kramer:
Volta por baixo. De mola que leva ao alto, Sérgio
Cabral Filho virou âncora que prende ao fundo, com seus minguados 12% de
avaliação positiva à frente do governo do Rio. De onde sua companhia
tornou-se um embaraço federal para seus parceiros na política.
Resultado da conjugação de abuso de poder na prática de hábitos faustosos, provincianismo político (demonstrado na excessiva confiança na influência de Lula sobre o Congresso quando da discussão sobre a distribuição dos royalties do petróleo) e arrogância tardiamente assumida com a promessa de ser "mais humilde".
Cabral, reeleito em 2010 no primeiro turno com votação espetacular, confundiu apoio popular com salvo-conduto para transgredir todas as regras. Sejam as de civilidade no convívio com os governados, sejam as balizas legais que exigem do governante respeito à transparência, à impessoalidade e à probidade.
O governador achou que ninguém iria se incomodar com o fato de destratar professores, médicos e bombeiros chamados de vândalos e bandidos no exercício de movimentos reivindicatórios; de passar boa parte do tempo viajando ao exterior, incluindo aí ocasiões em que o Rio foi atingido por tragédias às quais não dava a devida importância evitando aparecer em público em momentos adversos. Cabral considerou que, ao abandonar entrevistas no meio porque não gostava das perguntas, afrontava a imprensa - quando o gesto significava interdição do diálogo com a sociedade.
Acreditou-se inimputável. Não teve noção de limite. Agora se diz arrependido por influência das palavras do papa. Ao que alguns chamam de senso de oportunidade outros dão o nome de oportunismo. Para não falar no egoísmo de pedir aos manifestantes que se retirem da porta de sua casa porque tem "filhos pequenos", sem se importar com os filhos dos vizinhos.
Resultado da conjugação de abuso de poder na prática de hábitos faustosos, provincianismo político (demonstrado na excessiva confiança na influência de Lula sobre o Congresso quando da discussão sobre a distribuição dos royalties do petróleo) e arrogância tardiamente assumida com a promessa de ser "mais humilde".
Cabral, reeleito em 2010 no primeiro turno com votação espetacular, confundiu apoio popular com salvo-conduto para transgredir todas as regras. Sejam as de civilidade no convívio com os governados, sejam as balizas legais que exigem do governante respeito à transparência, à impessoalidade e à probidade.
O governador achou que ninguém iria se incomodar com o fato de destratar professores, médicos e bombeiros chamados de vândalos e bandidos no exercício de movimentos reivindicatórios; de passar boa parte do tempo viajando ao exterior, incluindo aí ocasiões em que o Rio foi atingido por tragédias às quais não dava a devida importância evitando aparecer em público em momentos adversos. Cabral considerou que, ao abandonar entrevistas no meio porque não gostava das perguntas, afrontava a imprensa - quando o gesto significava interdição do diálogo com a sociedade.
Acreditou-se inimputável. Não teve noção de limite. Agora se diz arrependido por influência das palavras do papa. Ao que alguns chamam de senso de oportunidade outros dão o nome de oportunismo. Para não falar no egoísmo de pedir aos manifestantes que se retirem da porta de sua casa porque tem "filhos pequenos", sem se importar com os filhos dos vizinhos.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Índice de Desenvolvimento Humano 2013 - São José de Ubá
A porcentagem de pobre caiu nesses últimos 20 anos em decorrência dos programas sociais do Governo Federal. Inversamente a renda dos que não dependem dos programas do governo caiu: era de R$329,83 em 1991 para R$ 412,31 em 2000 e R$ 410,44 em 2010.A taxa média anual de crescimento foi
de 25,01% no primeiro período e -0,45% no segundo.
Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013
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sexta-feira, 26 de julho de 2013
Em meio a Tua glória.
Tem vezes que a vida é tão difícil. Exige tanto da gente, exige que nós carreguemos certos pesos que até conseguimos carregar mas, não queremos. Isso costuma nos desanimar, nos machucar. Aprendi mais uma vez que Deus sabe de todas as coisas e Ele tem um propósito em tudo. Bem, pra você que está ai pensando em desistir, te pergunto: Você acha que já viveu tudo o que tinha pra viver e melhor, acha que Deus já cumpriu todos os propósitos dEle em você? Acredite quando isso acontecer, a morte já irá ter batido em sua porta. Então tente aproveitar da melhor maneira a vida que foi conquistada na CRUZ, para você.
By Is@.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Portaria Governo Federal publicada hoje.
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=86&data=10/07/2013
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=68&data=10/07/2013
Publicado no DOU hoje.
Clique na foto para ver maior.
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=68&data=10/07/2013
Publicado no DOU hoje.
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sábado, 6 de julho de 2013
As viagens de Cabral com o helicóptero oficial.
Reportagem de VEJA desta semana mostra que o governador do Rio usa o helicóptero oficial para levar a família para sua casa em Mangaratiba
Longe de ser uma prerrogativa do Legislativo, o uso e abuso da coisa
pública é algo de que entendem perfeitamente governantes como, por
exemplo, Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro. Ele costuma passar os
fins de semana em sua casa em Mangaratiba com a mulher, os dois filhos,
duas babás e Juquinha, o cachorrinho de estimação. O meio de transporte
da turma é o helicóptero oficial do governo — um Agusta AW109 Grand New,
que Cabral mandou comprar por 15 milhões de reais em 2011, depois de
voar em um igualzinho, de propriedade de Eike Batista. Às sextas, o
Agusta leva para Mangaratiba todo mundo, menos Cabral, e retorna ao
heliporto do governo. No sábado, leva apenas Cabral e volta. No
domingo, faz duas viagens: a primeira traz a família Cabral e a segunda,
as empregadas — no que é chamado pelos pilotos de "voo das babás". "Já
levamos para Mangaratiba cabeleireira, médico, prancha de surfe, amigos
dos filhos. Uma babá veio ao Rio pegar uma roupa que a primeira-dama
tinha esquecido. Uma empregada veio fazer compras no mercado. É o
helicóptero da alegria", diz um piloto.
Durante a semana, Cabral usa o helicóptero todos os dias para ir
trabalhar, ainda que seja de apenas 10 quilômetros a distância entre seu
apartamento e o Palácio Guanabara — e de 7 a que separa o palácio do
heliporto. O voo tem duração de três minutos. No mercado, o aluguel de
um helicóptero desse tipo custa 9 500 reais a hora. Os gastos de Cabral
com o equipamento ficam em cerca de 312 000 reais por mês, ou 3,8
milhões por ano. Em nota, sua assessoria informou que Cabral “usa o
helicóptero do governo sempre que necessário para otimizar o seu tempo e
cumprir todos os seus compromissos”. Na quinta-feira, a rua do
governador voador foi ocupada por 400 manifestantes que empunhavam
cartazes de “Fora, Cabral”. Naquele mesmo dia, VEJA testemunhou o
helicóptero decolar mais uma vez para o palácio, como ele faz
diariamente. Se Cabral viu o protesto, portanto, não entendeu sua
mensagem. E assim caminham os políticos — ou melhor, voam.
Fonte: revista Veja
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Vitórias,derrotas, mentiras e muita propaganda falsa.
Os protestos populares trouxeram inúmeras vitórias
para a população farta da ineficiência e da corrupção de nossos
políticos e da cumplicidade criminosa deste governo com os bandidos que
tomam de assalto os cofres públicos.
Mas, com o tipo de político que temos, toda
vigilância deve ser mantida para que essas vitórias não se convertam
rapidamente em derrotas avassaladoras e em ilusões romanceadas frente a
nossa triste realidade.
Isso fica claro quando percebemos que a coisa já
começou a feder menos de uma semana após o fim das manifestações mais
contundentes.
Anunciadas com grande alarde (com o único intuito de
acalmar a opinião pública) medidas importantes como a destinação de 75%
dos royalties para a educação e o restante (25%) para a saúde já caem
por terra diante da sanha mentirosa dos corruptos de plantão em
Brasília.
Ignorada pela grande mídia, uma votação do senado
alterou o projeto enviado pela Câmara que determinava os tais
percentuais para saúde e educação e reduziu drasticamente essas
remessas.
Numa só canetada, o senado aproveitou o ocaso dos
holofotes e a cegueira popular para cortar em 84,7% a parte dos
royalties que iria para a saúde. Com o texto atual, os valores despencam
de R$69,77 bilhões (projeto antigo) para apenas R$10,7 bilhões; algo
que certamente representará um enorme vazio no nosso já combalido
sistema de saúde.
Já na educação; a redução bateu a casa dos 53,43% e
os valores que antes beiravam os R$209,31 bilhões em repasses, caíram
para apenas R$97,48 bilhões. Certamente a turma que adora a nova reforma
educacional petista e “encherga” nosso povo (e nossos jovens) cada vez
mais estúpidos e mal formados intelectualmente (para não serem capazes
de questionar nada) vai aproveitar muito bem essa diferença para rechear
suas cuecas. Afinal, a mudança é encampada pelo mesmo governo que dizia
“ouvir a voz das ruas”; pois o parecer favorável é do líder do governo
na casa (o senador Eduardo Braga PMDB/AM). Fica cada vez mais clara que
toda aquela conversa fiada de Dilma, de Lula, do PT e Cia Ltda sobre
ouvir “a voz das ruas” era apenas uma balela.
Ao mesmo tempo em que as pequenas (mas, importantes)
conquistas vão pelo ralo da máquina corrupta que nos rege; o governo
petista dispara sua máquina propagandista na grande mídia e na Internet
para continuar iludindo o povo e manter arrefecidos os ânimos dos
manifestantes.
A mentira das “grandes realizações” do atual governo
(e do anterior) simplesmente não resiste à análise da realidade e muito
menos de uma observação imparcial. Maior prova disso é a negativa
recente do governo ao pedido de autorização da ONU para enviar um grupo
de observadores com a missão de verificar o acesso dos brasileiros ao
mínimo conforto de não ter que pisar em seus próprios dejetos para
entrar ou sair de casa. O saneamento básico no Brasil (como sabemos) é
praticamente inexistente fora dos grandes centros urbanos e, mesmo
nestes, não alcança a totalidade das casas de seus habitantes.
Desta forma, ao impedir o acesso da missão da ONU
(usando como justificativa justamente os protestos populares por uma
vida melhor), o governo evita que seu discurso fantasioso e suas
propagandas falsas sejam desmascarados publicamente por um órgão
internacional respeitado.
Enquanto as vozes nas ruas vão baixando o tom, o
governo populista e mentiroso realiza suas manobras sujas para iludir e
enganar a população, enquanto ganha tempo para manter os privilégios e
assegurar uma boa vida as mesmas oligarquias e elites partidárias que
jurava odiar. Fazendo o possível para manter seus mensaleiros em
liberdade, nossos filhos ignorantes e garantir que o SUS continue sendo
uma verdadeira máquina de genocídio de nosso povo.
E você, o que pensa disso?
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